segunda-feira, 11 de junho de 2012

ITÁLIA, SEMPRE ITÁLIA, NOSSA ITÁLIA

Hoje apresentamos duas receitas italianas que homanagearam o sul do Brasil na última Expotchê. O chef foi nosso caro Emerson Mantovani que participou do projeto Vento Sul do Atelier de artes culinárias Senza Parole.

Polpetone de Mortadela e Pistache
(Receita para 6 pessoas)


Ingredientes:
- 600g de filé mignon
- 400g de mortadela
- 250g de pistache sem casca
- 1 cebola
- 4 dentes de alho
- 150ml de azeite
- Sal a gosto
- Pimenta a gosto

Modo de Preparo:
Moer o filé mignon junto com a mortadela, a cebola e o alho. No liquidificador, bater o pistache com metade do azeite. Temperar o polpetone com sal, pimenta e o pistache, misturar bastante até a massa de carne ficar homogênea. Espalhar o restante do azeite por cima da carne e deixar descansar por 12 horas na geladeira. Depois, separar a massa em 6 partes iguais e moldelar os polpetones em 6 discos. Grelhe os polpetones em fio de azeite até ficarem dourados. Sirva com um pouco de molho de tomate fresco e risoto a milanese.




Risotto Alla Milanese
(para 06 pessoas)

INGREDIENTES
400 g de Arroz Arbório, 80 gramas de manteiga, 70 gramas de parmesão, 1,5 litros de caldo de legumes, 01 cebola pequena picada, 2 gramas de açafrão, um cálice de vinho branco seco, azeite de oliva a gosto e sal a gosto.

PREPARO
Numa panela de fundo largo, aquecer o azeite com metade da manteiga e fritar a cebola, tendo o cuidado de não deixar escurecer. Acrescentar o arroz, salgar e fritar por alguns minutos. Adicionar o vinho e, após o álcool evaporar, o brodo (caldo) fervente até cobrir a superfície do arroz, mexendo sempre. Acrescentar o açafrão dissolvido em um pouco de água e adicionar mais brodo, repetindo essa operação até o arroz ficar al dente. Retirar do fogo e pôr o restante da manteiga e o parmesão. Mexer bem e deixar repousar, durante um ou dois minutos, antes de servir.

As 10 igrejas mais famosas da Itália
A Itália possui um número exagerado de igrejas por todos os lados. Antigamente, as igrejas eram erguidas, dentre outros motivos, como forma de louvor e agradecimento por uma batalha vencida, uma epidemia erradicada, um presente à comunidade. Assim sendo, igrejas na Itália é o que não faltam.

1 - Basilica di San Pietro, Roma
 
Basilica di San Pietro, Roma
O interior da famosa basílica do país guarda a Pietà, de Michelangelo.

2 - Chiesa del Gesù, Roma
 
Chiesa del Gesù, Roma
Concebida em 1551 por Inácio de Loyola, é decorada com pinturas ilusionistas de efeitos tridimensionais.

3 - Duomo, Florença
 
Duomo, Florença
Com fachada de mármore rosa, verde e branco, é o reflexo da genialidade renascentista.

4 - Duomo, Milão
 
Duomo, Milão
Uma das maiores igrejas góticas do mundo, foi iniciado em 1386 e levou cinco séculos para ficar pronto. É uma impressionante montanha de mármore.

5 - Basilica di San Marco, Veneza
 
Vários tesouros que a adornam foram trazidos por cruzados que saquearam Constantinopla no século 13. Destaque para o conjunto de painéis de ouro e pedras preciosas do século 10.

6 - Basilica di Sant’Antonio, Pádua
 
Basilica di Sant’Antonio, Pádua
Começou a ser construída em 1232, um ano após a morte de Santo Antônio. Na cripta estão os restos mortais.

7 - Basilica di San Francesco, Assis
Basilica di San Francesco, Assis
Foi um dos primeiros exemplos do gótico na Itália, no século 13. Tem belos afrescos de Giotto.

8 - Cattedrale, Pisa
 
Cattedrale, Pisa
A fachada de mármore branco com quatro camadas de colunas faz parecer que a catedral é coberta de rendas.

9 - Duomo, Orvieto
 
Duomo, Orvieto
Sua fachada funde o estilo gótico com mosaicos bizantinos dourados e esculturas de bronze.

10 - Duomo, Siena
 
Duomo, Siena
Tem bonita fachada em preto-e-branco. Guarda obras de artistas como Donatello e Michelangelo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012


Depois de ler sobre a famosa lasanha do Tappo em blogs de comida (e de ver a foto, especialmente), o monstro deixou de lado a ideia de buscar um restaurant week e correu para o local na noite de quinta.

A imagem representa o quanto a lasanha é diferente, parecendo ser arquitetonicamente montada depois que os ingredientes estão prontos, ficando mais heterogênea, diferente da massa tradicional que é feita no forno e parece uma coisa só. As referências ao sabor também indicavam que o jantar prometia.

Ela de fato é muito saborosa, tem uma massa al dente, um molho fantástico feito com tomates frescos e manjericão e um bom recheio de bolonhesa. Muito boa, diferente, mas nada de outro mundo. O Monstro ficou mais encantado quando esteve em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, e comeu uma lasanha que a vó de uma amiga da esposa fez. De origem italiana, ela tinha preferido fazer a massa em casa porque teve preguiça de sair para comprar no supermercado.

O restaurante é do mesmo dono do Ici, francês a que o Monstro foi e de que gostou, mas que achou muito, muito caro. Localizado nos jardins, o Tappo não chega a ser barato, mas tem uma proposta mais acessível de que o restaurante irmão. O problema são os vinhos. Na carta, o mais barato custava R$ 81, e também não era nada de outro planeta. A lasanha custa R$ 33, um preço justo, se a porção fosse só um pouquinho maior.

O cardápio do Tappo é pequeno, mas todo muito atraente. Apesar de já ter chegado decidido a comer a lasanha, o monstro teve vontade de uma costela preparada com vinho, teve vontade de um ravióli de lagosta com molho de foie gras, teve vontade de muitos outros pratos.


O restaurante é uma boa escolha de italiano intermediário, diferente das cantinas mais tradicionais, mas mais acessível que os de alta gastronomia. O negócio é ir sem pensar muito nos vinhos e dispensar o couvert (R$ 5 por pão com azeite).

Só para complementar o assunto que veio no começo do post, o Monstro desistiu de vez do Restaurant Week. Muita mão de obra (reservas com mais de um dia de antecedência) e muita disputa por menus menos caprichados em restaurantes nada demais – no caso dos jantares, R$ 40 por pessoa não chega sequer a ser muito barato.